QSP

O QSP é uma associação técnico-científica voltada à capacitação de profissionais e ao apoio técnico a organizações nas áreas de Qualidade, Gestão de Riscos, Responsabilidade Social e temas relacionados.

PRINCIPAIS PUBLICAÇÕES

Sistemas de Gestão da Segurança e Saúde no Trabalho
Publication date 2007

A norma OHSAS 18001:2007 - Sistemas de Gestão da Segurança e Saúde no Trabalho - Requisitos - especifica os requisitos para um sistema de gestão da SST, para permitir que qualquer tipo de organização controle de forma mais eficaz seus riscos de acidentes e doenças ocupacionais e melhore seu desempenho em SST (o que, aliás, vai ao encontro da nova legislação brasileira sobre o FAP - Fator Acidentário de Prevenção - e sobre o NTEP - Nexo Técnico Epidemiológico Previdenciário).


Guia para Sistemas de Gestão da Segurança e Saúde no Trabalho

Esse pioneiro Manual da Coleção Risk Tecnologia traz a íntegra, em português, da norma BS 8800 para Sistemas de Gestão da Segurança e Saúde no Trabalho. A BS 8800 é o primeiro guia de diretrizes, reconhecido mundialmente, para a implantação de um sistema eficaz de gerenciamento das questões relacionadas à prevenção de acidentes e doenças ocupacionais.


Sistemas de Gestão da Segurança e Saúde no Trabalho
Publication date 2007

Muitas organizações têm efetuado análises críticas ou auditorias de SST, a fim de avaliar seu desempenho nessa área. No entanto, por si sós, tais análises críticas e auditorias podem não ser suficientes para proporcionar a uma organização a garantia de que seu desempenho não apenas atende, mas continuará a atender, aos requisitos legais e aos de sua própria política. Para que sejam eficazes, é necessário que esses procedimentos sejam realizados dentro de um sistema de gestão estruturado, que esteja integrado na organização.
As normas OHSAS para a gestão da SST têm por objetivo fornecer às organizações elementos de um sistema de gestão da SST eficaz, que possa ser integrado a outros requisitos de gestão e que lhes permita alcançar tanto seus objetivos de SST como seus objetivos econômicos.

Diretrizes para a Implementação da ISO 31000:2009

A ISO 31000 é a nova referência mundial para a Gestão de Riscos. Ela fornece, além do processo para gerenciar riscos de todos os tipos (estratégicos, operacionais, de reputação, etc.), princípios e diretrizes para a implementação eficaz da Gestão de Riscos nas organizações, estando completamente alinhada com a visão integrada de ERM - Enterprise Risk Management.


Edição comemorativa dos 25 anos em que, pela primeira vez no Brasil, foi publicada uma obra completa sobre Gestão de Riscos, dirigida aos profissionais das áreas de segurança e de seguros, e a todos aqueles interessados em oferecer às empresas maior proteção contra riscos de perdas acidentais e meios mais eficazes para a redução/otimização de despesas com seguros.
Este Manual da Coleção Risk Tecnologia é uma reimpressão da coletânea "Técnicas Modernas de Gerência de Riscos" e do livro "Introdução à Engenharia de Segurança de Sistemas", de autoria de Francesco De Cicco e Mario Luiz Fantazzini. É um reprint dos famosos textos desses autores, publicados entre 1978 e 1985 (e cada vez mais atuais!).


(PAS 99 - 2ª edição)

Este Manual da Coleção Risk Tecnologia destina-se principalmente às organizações que estão implementando os requisitos de duas ou mais normas de sistemas de gestão. A adoção deste Manual visa a simplificar a implementação de múltiplas normas de requisitos, bem como qualquer avaliação de conformidade associada, juntamente com a introdução de alguns dos princípios mais recentes de sistemas de gestão descritos nas Diretivas da ISO (Anexo SL), que devem ser atendidos por todas as normas (novas ou revisadas) publicadas a partir de 2012.


Como implementar a ABR nas organizações: uma abordagem inovadora

Este guia apresenta em detalhes uma abordagem inovadora para a implementação da ABR nas organizações. Seu foco está nas áreas em que a ABR requer ações que se diferenciam de outras metodologias de auditoria interna. Esta publicação - desenvolvida por experientes auditores do Reino Unido e ajustada à terminologia e conceitos utilizados no Brasil - oferece orientações e idéias para serem adaptadas e incorporadas às estruturas, processos e linguagem de toda organização interessada em estar um passo à frente com a adoção da ABR.
A ABR está na vanguarda da prática da auditoria interna. Consequentemente, é uma área que vem evoluindo rapidamente e onde ainda há pouco consenso sobre a melhor forma de implementá-la.


(A ISO 31000 Aplicada)

Este Manual é dirigido a advogados em geral e a estudiosos da Gestão de Riscos. Ele segue as diretrizes da nova norma internacional ISO 31000:2009. O Manual explora a natureza dos riscos jurídicos e mostra como o processo da ISO 31000 pode ser adotado para a prestação de serviços jurídicos. Apesar de dirigido principalmente a advogados, advogados de empresas e advogados do governo, suas orientações também podem ser de interesse dos usuários de serviços jurídicos que desejam que um processo adequado de Gestão de Riscos seja aplicado a seus assuntos jurídicos. Clientes sofisticados já estão requisitando esse tipo de serviço, que vem rapidamente se tornando uma exigência contratual. O objetivo fundamental deste Manual é encorajar uma abordagem mais estruturada e consistente para a Gestão de Riscos Jurídicos, tanto em benefício do advogado quanto do cliente, como parte de uma estratégia do Direito Preventivo. Inevitavelmente, as organizações precisarão da integração completa e de uma abordagem consistente para a Gestão de Riscos Jurídicos em relação à Gestão de Riscos mais abrangente.


(e Engajamento de Stakeholders)

Este Manual da Coleção Risk Tecnologia complementa a norma de Gestão de Riscos ISO 31000:2009 e o Manual de Implementação da ISO 31000. Utiliza pesquisa acadêmica e experiência prática a fim de detalhar a parte de “Comunicação e Consulta” do processo de Gestão de Riscos. Foi escrito para auxiliar as organizações e pessoas a gerenciarem riscos. Comunicação e Consulta são processos contínuos e iterativos que uma organização conduz a fim de fornecer, compartilhar e obter informações e promover o diálogo com as partes interessadas (stakeholders) no que diz respeito à Gestão de Riscos. As informações podem estar relacionadas à existência, natureza, forma, probabilidade, significância, avaliação, aceitabilidade e tratamento dos riscos. Consulta é um processo de comunicação de duas vias entre uma organização e suas partes interessadas sobre uma determinada questão, antes de tomar uma decisão ou definir um direcionamento sobre tal questão. A Consulta é um processo que impacta na decisão através da influência e não do poder, e é uma entrada para a tomada de decisão, mas não uma tomada de decisão conjunta. Este Manual explica por que a Comunicação e a Consulta são essenciais para a boa Gestão de Riscos e apresenta orientações sobre como fazer isso de maneira eficaz. Os conceitos são consistentes com cada um dos 11 princípios da gestão eficaz de riscos descritos na Seção 3 da ISO 31000:2009, incluindo o primeiro princípio que diz que a Gestão de Riscos cria e protege valor. O Manual também mostra como levar em consideração uma gama de fatos, incertezas, percepções, complexidades, crenças e valores ao tomar decisões sobre riscos. Tem a finalidade de auxiliar indivíduos, organizações e especialistas a compreenderem o papel e as técnicas de Comunicação e Consulta (e de engajamento de stakeholders) ao gerenciar riscos, especialmente ao utilizar o processo genérico de Gestão de Riscos apresentado na ISO 31000:2009. A maior parte do conteúdo deste Manual pode também ser utilizada para atender às diretrizes sobre Comunicação, Consulta e Engajamento das partes interessadas, recomendadas pela norma internacional ISO 26000:2010 de Responsabilidade Social.

(Apresentando a PAS 200:2011)

Este Manual da Coleção Risk Tecnologia apresenta a especificação PAS 200:2011 e tem como principal público-alvo executivos com responsabilidades estratégicas, que desempenham um papel na modelagem, condução e desenvolvimento da capacidade de gerenciar crises em suas organizações. O Manual também será útil para aqueles cujos papéis estão mais voltados à implementação, manutenção e teste dos procedimentos associados a essa capacidade, e que atuam sob a orientação de executivos e segundo as diretrizes de políticas por eles definidas. A PAS 200:2011 é uma norma desenvolvida para ajudar as organizações a tomar medidas concretas, para melhorar a sua capacidade para lidar com crises. Ele faz isso fornecendo às organizações uma estrutura operacional para detectar e se preparar para tais crises e, portanto, para se prevenir ou sobreviver a elas. Pela sua própria natureza, a maioria das crises são anormais e extremas e muitas vezes ocorrem de forma abrupta, com pouco ou nenhum aviso, e não podem ser totalmente cobertas pelos planos de Gestão da Continuidade de Negócios (GCN) existentes numa organização. Este Manual é um documento prático e apresenta a visão de que se deve fazer uma distinção entre a Gestão de Crises e outras disciplinas de gestão. Sua terminologia é uma questão relevante, porque é o meio pelo qual expressam-se e desenvolvem-se conceitos. Os leitores encontrarão os termos "incidente" e "crise" definidos com significados diferentes em contextos distintos, e isso reflete os diferentes contextos subjacentes, ideias e visões de mundo adotados neste Manual. O progresso pode trazer eventuais divergências em relação a abordagens anteriores, mas, quando este for o caso, a finalidade é avançar o raciocínio e as práticas relativas à gestão de crises, e esclarecer suas relações, tanto práticas quanto conceituais, com outras disciplinas importantes de gestão e resiliência, particularmente com a Gestão da Continuidade de Negócios (BCM - Business Continuity Management). As crises submetem as organizações a desafios complexos e difíceis, que podem ter consequências profundas e de longo alcance, independentemente às vezes de quão bem gerenciadas acredita-se que elas sejam. Tais consequências podem ser muito prejudiciais, especialmente quando se observa que a organização falhou em preparar-se para uma crise, para gerenciá-la ou recuperar-se dela. Há um risco de dano significativo à reputação e, possivelmente, de colapso do negócio e de suas operações. Em suma, as crises são de importância potencialmente existencial para qualquer tipo de organização. A definição de crise como uma situação inerentemente anormal, instável e complexa, que representa uma ameaça aos objetivos estratégicos, à reputação ou à existência de uma organização, é fundamental para tudo o que é apresentado neste Manual.

Da teoria à prática

Este Manual da Coleção Risk Tecnologia está dividido em três partes. A primeira traz o "Guia Internacional para a Integração de Sistemas de Gestão", o qual está baseado na norma AS/NZS 4581:1999 (primeiro padrão de âmbito mundial sobre os SIGs). O objetivo do Guia é fornecer uma estrutura básica que integre os aspectos e componentes comuns de sistemas separados, para evitar duplicações. Ele pode auxiliar as organizações a desenvolver um sistema que integre os requisitos das normas ISO 9001, ISO 14001 e OHSAS 18001, bem como os elementos de outros sistemas de gestão, como o de recursos humanos e o de controle financeiro.
A segunda parte do Manual, intitulada "Integrando a ISO 14001 à ISO 9001:2000", apresenta diversas "dicas" práticas e analisa em detalhes vários tópicos relacionados à integração dos SGQs e SGAs.
Finalmente, a terceira parte traz um exclusivo "Painel de Debates", com a participação de importantes empresas e entidades internacionais, no qual são discutidas diversas questões relacionadas aos Sistemas Integrados de Gestão.


Publication date 2003

Este Manual fornece uma abordagem prática para o planejamento e realização de auditorias de sistemas de gestão (ISO 9001, ISO 14001, OHSAS 18001, etc.). Visa a auxiliar as pessoas que desejam realizar tais auditorias, orientando-as em relação às diversas etapas do processo de auditoria e fornecendo informações sobre como tornar esse processo mais fácil. A etapa mais importante do processo de auditoria é a realização de entrevistas, abordadas em detalhe no Manual, incluindo exemplos de perguntas a serem feitas. São também apresentados formulários para o registro das constatações e para o relato dos resultados da auditoria, juntamente com o texto das novas normas NBR ISO 19011:2012 - Diretrizes para auditoria de sistemas de gestão - e NBR ISO/IEC 17021:2011 - Avaliação de conformidade – Requisitos para organismos que fornecem auditoria e certificação de sistemas de gestão. A nova ISO 19011 introduziu o conceito de risco (conforme a ISO 31000) para as auditorias de sistemas de gestão. O enfoque adotado na norma e neste Manual se relaciona com o risco do processo de auditoria em não atingir seus objetivos e com a possibilidade da auditoria interferir nos processos e atividades da organização auditada.

A norma AS 3806:2006

Compliance, por definição, é o atendimento a requisitos de leis, normas e códigos organizacionais e da indústria, bem como a princípios de boa governança e padrões comunitários e éticos normalmente aceitos. São exemplos de compliance o atendimento à Lei Sarbanes-Oxley, à legislação ambiental, às Normas Regulamentadoras de Segurança e Saúde no Trabalho, ao Código de Defesa do Consumidor, à ISO 9001, etc, etc. A Norma Australiana AS 3806, edição 2006, é o primeiro padrão do mundo a apresentar os princípios para o desenvolvimento, a implementação e a manutenção de Programas de Compliance eficazes, tanto em organizações públicas quanto privadas. Tais princípios têm por finalidade ajudar as organizações a identificar e reparar deficiências em seu compliance e a desenvolver processos para a melhoria contínua nessa área. Neste novo Manual da Coleção Risk Tecnologia, é enfatizado que as políticas e os procedimentos para atingir o compliance devem ser integrados a todos os aspectos de como a organização opera. O compliance não deve ser visto como uma atividade isolada, mas deve estar alinhado aos objetivos estratégicos globais da organização. Um programa de complianceeficaz dará sustentação a esses objetivos. O compliance deve, ao mesmo tempo em que mantém sua independência, ser integrado aos sistemas de gestão da organização (gestão financeira, de riscos, da qualidade, ambiental, da segurança e saúde no trabalho, etc.) e a seus requisitos e procedimentos operacionais. Um programa de compliance eficaz que abranja toda a organização proporcionará a possibilidade dela demonstrar seu comprometimento com o compliance a leis pertinentes, incluindo requisitos legais, códigos da indústria, normas organizacionais, bem como a padrões de boa governança corporativa, ética e expectativas da comunidade.

Guia para a implantação da ISO 9001 em empresas de serviços

Manual inédito no Brasil, indispensável tanto para organizações prestadoras de serviços como para indústrias em geral, ou seja, órgãos e entidades governamentais, instituições financeiras, hotéis, restaurantes, agências de turismo, escritórios de engenheiros, médicos, advogados e contadores, laboratórios, comércio varejista, indústrias de produtos sob encomenda, etc. O Guia oferece uma abordagem bastante atual, baseada em treinamento e na competência das pessoas, para que atuem sem a necessidade de procedimentos documentados detalhados. Ele fornece também uma série de recomendações minuciosas para a estruturação e desenvolvimento de um Sistema de Gestão da Qualidade eficaz, a partir dos requisitos da nova norma ISO 9001:2008. Este Manual da Coleção Risk Tecnologia centraliza seu foco na gestão de pessoas; no que os gerentes e supervisores devem fazer para se certificarem de que suas equipes sabem o que é requerido delas, bem como no que devem pôr em prática para satisfazer e encantar os clientes da organização.


Guia internacional para a medição da satisfação do cliente

O objetivo geral deste Guia é oferecer às organizações uma maior compreensão das opções disponíveis para a coleta de dados sobre satisfação de clientes. Ele inclui diversos exemplos reais de negócios em que a satisfação do cliente é medida de forma contínua, e explica os diferentes métodos que podem ser utilizados para a coleta de dados, no contexto da nova norma ISO 9001:2008.
A edição do ano 2008 da ISO 9001 é mais fácil de usar e mais pertinente aos negócios. Em particular, ela põe o foco no cliente, vindo daí a exigência de se entender suas necessidades e expectativas. E é exatamente por causa de tal exigência que este Guia Internacional torna-se essencial. Ele explica a ISO 9001:2008 no contexto da melhoria contínua da satisfação do cliente, através da utilização do MSC - Monitor da Satisfação do Cliente.


(baseado nas normas NBR ISO 19011:2012 e NBR ISO/IEC 17021:2011)

Este Manual da Coleção Risk Tecnologia fornece uma abordagem prática para o planejamento e realização de auditorias de sistemas de gestão (ISO 9001, ISO 14001, OHSAS 18001, etc.). Visa a auxiliar as pessoas que desejam realizar tais auditorias, orientando-as em relação às diversas etapas do processo de auditoria e fornecendo informações sobre como tornar esse processo mais fácil.
A etapa mais importante do processo de auditoria é a realização de entrevistas, abordadas em detalhe no Manual, incluindo exemplos de perguntas a serem feitas. São também apresentados formulários para o registro das constatações e para o relato dos resultados da auditoria, juntamente com o texto das normas NBR ISO 19011:2012 - Diretrizes para auditoria de sistemas de gestão - e NBR ISO/IEC 17021:2011 - Avaliação de conformidade – Requisitos para organismos que fornecem auditoria e certificação de sistemas de gestão
A nova ISO 19011 introduziu o conceito de risco (conforme a ISO 31000) para as auditorias de sistemas de gestão. O enfoque adotado na norma e neste Manual se relaciona com o risco do processo de auditoria em não atingir seus objetivos e com a possibilidade da auditoria interferir nos processos e atividades da organização auditada.

Diretrizes para Avaliação de Impactos Sociais
Publication date 2012

Os impactos dos projetos de desenvolvimento ocorrem de diferentes formas. Enquanto benefícios significativos favorecem a sociedade, muitas vezes as pessoas afetadas pelos projetos sofrem a pressão de impactos adversos. Isso pode ocorrer, por exemplo, quando essas pessoas são obrigadas a se remanejar para abrir caminho para tais intervenções. Há agora uma preocupação crescente com o destino das pessoas deslocadas. Isso deu origem à necessidade de se compreender de antemão as implicações dos impactos adversos de um projeto para que planos de mitigação possam ser postos em prática previamente.
Embora uma Avaliação de Impactos Sociais antes do início de um novo projeto ou expansão de um projeto existente seja obrigatória no âmbito das políticas nacionais de certos países, ainda não há diretrizes adequadas para esse fim. Esta Norma QSP 26005:2012 de Diretrizes para Avaliação de Impactos Sociais visa a preencher essa lacuna. A Norma explica o conceito básico da Avaliação de Impactos Sociais (AIS), o processo passo a passo para a realização da AIS, bem como a metodologia da AIS. Em suma, esta Norma QSP visa a fornecer orientações práticas sobre a realização de uma Avaliação de Impactos Sociais.


(Conforme a Norma BS 8900)

O Manual ilustra como as melhorias no desenvolvimento sustentável podem ser conseguidas através do fortalecimento das relações, do incremento da coesão interna, da construção da confiança, do estímulo ao aprendizado, e do gerenciamento dos riscos e oportunidades dentro da organização.
A norma BS 8900 se baseia na construção do aprendizado e na implementação de estruturas de tomada de decisão nas organizações para torná-las mais sustentáveis. A norma estabelece os resultados que a organização deve alcançar, e não os processos que ela deve seguir, e aponta os meios para identificar a maturidade da sustentabilidade da organização, de forma que sua posição atual possa ser mensurada e seu progresso, representado graficamente.
O Manual fornece diretrizes sobre as opções para o gerenciamento da sustentabilidade, através do balanceamento entre o capital social, ambiental e econômico do negócio, tendo em vista a melhoria contínua do desempenho e a "accountability" das organizações. Ela se propõe também a ajudar as empresas a fazer a conexão entre as normas existentes relacionadas ao tema (como, por exemplo, a série ISO 14000, a ISO 26000, as diretrizes GRI e a AA1000).

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